Página gerada às 05:56h, quinta-feira 15 de Dezembro

 

O 12 de Novembro é um marco histórico inesquecível


Elsa Viegas foi espancada e Josefina Maia ferida a tiro no massacre de Santa Cruz, a 12 de novembro de 1991, mas 20 anos depois conseguiram refizer as suas vidas, têm filhos e trabalham uma no aeroporto e outra como professora primária. 

"Às 06:00 da manhã [de 12 de novembro de 1991] apanhei pancada em frente ao Palácio do Governo", lembra à agência Lusa Elsa Viegas, 41 anos.





As cicatrizes de dois tiros, um nas costas e outro no pé, não deixam Justiano de Jesus, 37 anos, esquecer o dia do massacre de Santa Cruz, ocorrido a 12 de novembro de 1991, em Díli, Timor-Leste.

 

"Foi um dia difícil, mas pensamos que foi o dia da libertação, o dia da liberdade", afirmou à agência Lusa.

 

 



Miguel Ximenes e José Aniceto eram jovens quando participaram há duas décadas no protesto que antecedeu o massacre no cemitério de Santa Cruz. O primeiro saiu ileso , o segundo levou um tiro.

 

 

 

 

 

 

No dia 12 de Novembro de 1991 Casimiro Gonçalves estava em Díli, era um dos jovens estudantes que foi até ao cemitério de Santa Cruz. Hoje em dia, ao recordar o momento, lembra todos os que ficaram para trás " que deram os seus corpos para comprar uma vida nova".

 

 

 

12 de Novembro de 2011


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