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20 anos depois, o que ficou?

A 12 de Novembro de 1991, o mundo assistiu a um dos mais atrozes massacres de sempre. O exército indonésio avançou e disparou sobre mais de dois mil manifestantes que homenageavam o jovem estudante Sebastião Gomes, morto pela repressão, no cemitério de Santa Cruz, em Díli. Do ataque resultaram 74 mortos mas, nos dias seguintes, mais 127 timorenses foram "caçados" pelo exército da Indonésia. A maior parte dos corpos continua em parte incerta.

Longe de Timor mas perto da causa, os jornalistas Adelino Gomes, Hernâni Carvalho, Rui Marques e Rui Martins acompanharam ao minuto as primeiras imagens da tragédia filmadas por Max Stahl, o homem que divulgou ao mundo o massacre de Santa Cruz. Hoje, 20 anos depois, o SAPO mostra como cada um se recorda do dia em que os timorenses perderam uma parte de si mas fortaleceram o movimento de libertação e a pressão internacional contra a ocupação indonésia de Timor Leste.


@Rita Afonso

11 de Novembro de 2011


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